Harmonia do Minas e involução de Bauru pós-carnaval

Harmonia do Minas e involução de Bauru pós-carnaval

Bruno Voloch

29 de fevereiro de 2020 | 09h27

O clima na Arena Minas era de carnaval e festa pela conquista do sul-americano.

Carol Gattaz exibia com orgulho a taça do tricampeonato antes da partida. Só que ainda tinha jogo pela Superliga, por mais que o adversário fosse Bauru.

A previsível falta de concentração acabou tirando o primeiro set do Minas, que só foi entrar no jogo na parcial seguinte. Mesmo sem ser brilhante, mas focado e com seriedade, jogou o suficiente para vencer Bauru por 3 a 1.

A entrada de Bruna Honório no lugar de Sheilla no segundo set foi importante. Sheilla de fato não estava inspirada, talvez contagiada pelo ambiente, algo natural.

Rabadzhieva foi abaixo do normal, mas as centrais, Thaísa e Gattaz, resolveram.

No caso de Bauru, só Anderson Rodrigues enxerga evolução do time que resistiu um set e depois não viu a cor da bola. Quase 30 erros em 4 sets. É muita coragem falar em evolução.

Bauru é um time de um fundamento só: ataque.

A linha de passe é sofrível e sacrifica as centrais onde apenas Valquíria se salvou.

 

 

 

 

 

 

 

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