Homens de branco e o apito amigo na Superliga

Bruno Voloch

08 Fevereiro 2017 | 08h50

A Superliga vai afunilando e o que se espera é que prevaleça somente o resultado dentro de quadra, na bola, sem a interferência da fraca e desacreditada arbitragem pelo BRASIL afora. Só que não tem sido assim.

Não é de hoje.

Eles não escolhem as vítimas mas normalmente os clubes de menor investimento são os mais prejudicados. Bento foi o último exemplo quando foi operado contra o Sesi.

O único que não corre risco na quinta rodada é o virtual pentacampeão Cruzeiro que vencerá sem sustos o esforçado Canoas. Ponto.

Dá para dizer que Taubaté, se fizer o mínimo, ganhará de Bento Gonçalves em casa. É bom os dirigentes do clube gaúcho botarem as barbas de molho´com os homens de branco se ainda quiserem sonhar com a vaga nos playoffs.

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O nada confiável Sesi, que andou abusando do deboche na rodada passada, tem pela frente o perigoso e sempre comprometido Montes Claros. Jogo sem favorito.

São Bernardo encara o já rebaixado Caramuru.

O time paulista precisa confirmar os 3 pontos, fazer 3 a 0 se possível e torcer contra Maringá em Juiz de Fora para ficar bem próximo de se manter na primeira divisão.

O jogo é muito complicado para os paranaenses que matematicamente ainda podem escapar da degola. Juiz de Fora talvez seja hoje a grande sensação da Superliga. Isso não significa dizer que terá moleza diante da torcida. Maringá, apesar de ser penúltimo colocado, vem dando sinais de evolução.

Campinas, que tem como meta principal escapar do Cruzeiro nas semifinais, recebe o imprevisível Minas. Confronto absolutamente aberto.