Improvável final com direito a revanche

Improvável final com direito a revanche

Bruno Voloch

29 de setembro de 2018 | 19h58

Assim que a VNL terminou, com a Rússia campeã, ninguém, e aí incluo brasileiros e poloneses, poderia imaginar uma final de mundial envolvendo as duas seleções exatamente como aconteceu há 4 anos na Polônia.

Ninguém, e aí incluo franceses e russos, poderia imaginar que as duas seleções sequer chegassem ao final 6.

E o que dizer da Sérvia que fracassou na recente VNL e agora se vê na disputa do bronze? Sai no lucro. O mesmo não se pode dizer dos Estados Unidos que passearam nas primeiras fases e novamente ficaram pelo caminho.

É o vôlei e suas imprevisibilidades.

Fato é que BRASIL e Polônia chegam com méritos.

A seleção brasileira fez sua melhor partida exatamente na semifinal contra a Sérvia quando sobrou e fez valer o peso da camisa. A Polônia, voando fisicamente, não se intimidou como os sérvios e encarou os poderosos norte-americanos sem medo.

4 anos depois, o destino coloca BRASIL e Polônia novamente frente a frente numa final de mundial, agora em circunstâncias bem diferentes e o fator casa não poderá influenciar no resultado da decisão.

 

 

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