Itália é mais amarela do que azul quando enfrenta o BRASIL

Itália é mais amarela do que azul quando enfrenta o BRASIL

Bruno Voloch

13 Agosto 2016 | 10h22

Nada como a Itália pelo caminho. Era tudo que o BRASIL precisava. A sorte não deixa de acompanhar Bernardinho.

A derrota para os Estados Unidos na última rodada coloca a seleção brasileira com a obrigação de vitória diante dos italianos. Outro resultado negativo deixa em risco a classificação do BRASIL para as quartas de final.

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A Itália, apesar da surpreendente campanha no Rio, é antiga freguesa da seleção. Não é uma seleção confiável. Os italianos historicamente sentem demais a pressão de enfrentar o BRASIL.

Respeitam demais a seleção de Bernardinho. Respeitam não. A Itália joga com medo. A Itália troca o azul pelo amarelo. Treme.

O jogo da seleção italiana encaixa com o do BRASIL o que facilita ainda mais as coisas.

Ambos vivem do passado. A Itália mandou no vôlei mundial nos anos 90 e o BRASIL nos anos 2000. O tempo passou.

A Itália ainda luta contra o incômodo tabu de jamais ter vencido uma Olimpíada.

A última vitória dos italianos acontecem há 1 ano pela Liga Mundial em jogo realizado a céu aberto, em Roma, no histórico Foro Itálico.

O BRASIL tinha Bruno, Eder, Wallace, Murilo, Lucão, Lucarelli e o líbero Serginho, ou seja, apenas Murilo não estará em quadra logo mais.

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A Itália mudou muito. Não tem mais Berruto como treinador. Gianlorenzo Blengini asumiu a seleção. O cubano Juantonera é titular e o time parece mais encorpado.

Vencer França e Estados Unidos seriam suficientes para deixar qualquer seleção na condição de favorita. Não no caso da Itália. Não contra o Brasil.