Já virou sacanagem

Já virou sacanagem

Bruno Voloch

24 Outubro 2016 | 08h18

Simplesmente imbatível.

É a maneira mais objetiva de explicar o que representa hoje o Cruzeiro no cenário do vôlei mundial.

O tricampeonato, derrotando o Zenit Kazan, da Rússia, duas vezes, mostra que o time mineiro não tem adversários. Derrota é algo que não faz parte do dicionário do clube independentemente de jogar ou não em casa.

A cena é cada vez mais comum. Ver o capitão William levantando a taça. E será por um bom tempo.

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Um tropeço ou outro acontece raramente e ainda assim quando a coisa não é para valer.

Saíram Éder e Wallace. Chegaram Simon e Evandro. O Cruzeiro ficou ainda mais forte. O cubano é muito mais completo e até agora o torcedor não sentiu saudade do oposto que foi para Taubaté.

O tricampeonato do mundo significa algo histórico. Significa comprometimento, significa saber contratar, significa planejamento e muito profissionalismo.

5 jogos, 5 vitórias e apenas 2 sets perdidos.

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O levantador William foi merecidamente eleito o melhor jogador da competição. Ele de fato tem a cara do projeto dentro de quadra. Marcelo Mendez fora. Ambos, hoje, imprescindíveis.

O Cruzeiro não distingue campeonato. Ignora quem tem pela frente. É uma máquina. Entra para vencer sempre. E a galeria vai só aumentando.

A meta é igualar o Trentino, da Itália, bronze em 2016, e recordista de títulos mundiais com 4 conquistas.

A Superliga é café com leite para o Cruzeiro. A pergunta que fica no ar é exatamente a mesma da temporada passada?

Quem será o vice?