Jogo de primeira, arbitragem de quinta

Jogo de primeira, arbitragem de quinta

Bruno Voloch

30 de novembro de 2019 | 09h14

Ana Bjelica e Tandara foram as protagonistas do clássico entre Osasco e Rio, merecidamente vencido pelo time carioca no tie-break.

E não faltaram coadjuvantes, como Juciely, decisiva no quinto set. 5 pontos de bloqueio, contra nenhum de Mara, que fez falta do outro lado.

É assim.

Pequenos detalhes que resolvem um clássico.

Jogo de primeira linha, com as provocações habituais dentro e fora de quadra. Jogo com respostas aceitáveis de Roberta e Bia e acima das expectativas, pelo condicionamento físico, de Tandara.

Jogo também marcado pela arbitragem de quinta categoria. E quem ri hoje, pode chorar amanhã, afinal ninguém está imune.

A ausência do video challenge escancara o despreparo a fragilidade da arbitragem. Rafael Souza Lino é inseguro, lento, sem critério, sem autoridade e foi dominado pelos técnicos e jogadoras conseguindo desagradar os dois lados.

Jogo que deixa algumas lições e esperanças.

Ficou claro que os dois times ainda buscam entrosamento e vão evoluir na competição. Curiosamente pode ter sido na derrota para o maior rival que Osasco tenha encontrado o caminho, único por sinal.

Bjelica atuando na sua posição de origem como oposta e Ellen na ponta. Não dá para ser diferente, caso contrário o insucesso será inevitável.

O Rio, sabe-se lá como, ainda não tem Drussyla 100%, jogadora fundamental no esquema e imprescindível. E não é indicado pelo histórico de lesões depender apenas de Tandara que reagiu bem no Liberatti.

A questão é saber se a atleta, nitidamente acima do peso, irá aguentar a temporada longa e desgastante. Ainda mais no Rio.

 

 

 

 

Tendências: