Lei de Vampeta no Taubaté

Lei de Vampeta no Taubaté

Bruno Voloch

14 de fevereiro de 2020 | 07h50

Quando jogou no Flamengo entre 2001 e 2002, Vampeta, campeão mundial, sofria com o atraso dos salários.

Perguntado na época se a questão financeira poderia comprometer o rendimento do time, o ex-jogador respondeu: ‘Eles fingem que me pagam e eu finjo que jogo’.

A Lei de Vampeta se encaixa perfeitamente em Taubaté.

A crise financeira que assola o clube paulista, devendo 3 meses de salários, explica a queda de produção assustadora, mas não inesperada, do time.

A derrota para o UPCN, da Argentina, por 3 sets a 1 na primeira fase do Sul-Americano não surpreende. Foi a maneira que os atletas encontraram para responder e reivindicar os direitos trabalhistas.

O resultado antecipa o cruzamento com o Cruzeiro numa das semifinais da competição logo mais no Riacho.

A única certeza é que BRASIL e Argentina farão a final, com Bolivar e UPCN se enfrentando do outro lado. O Cruzeiro é o atual tricampeão sul-americano.

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