Léia avança e ameaça posição de Camila Brait na seleção

Léia avança e ameaça posição de Camila Brait na seleção

Bruno Voloch

11 de março de 2016 | 08h36

Junho de 2014.

Fabi, bicampeã olímpica, anunciou que estava deixando de jogar pela seleção brasileira. Decisão discutível até hoje mas que não tem volta.

Desde então Camila Brait, líbero de Osasco, assumiu a função de titular do BRASIL.

Se Fabi acabou se aposentando sem conquistar o tão sonhado título mundial, Camila teve a primeira oportunidade na Itália e acabou com a medalha de bronze.

Camila, até então, era nome certo para os jogos olímpicos do Rio. Hoje, segundo o blog apurou, a história não é bem assim.

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A líbero Léia, do Minas, é uma ameaça real aos planos de Camila de jogar a olimpíada.

As duas serão convocadas por José Roberto Guimarães no fim da Superliga. Quando se apresentarem porém a situação será bem diferente do ano passado.

Atualmente, revela uma fonte da comissão técnica, ‘não existe mais diferença’ entre elas.

E faz sentido.

Léia evoluiu, ganhou confiança, personalidade e cresceu sob comando de Paulo Coco no Minas.

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Camila pode ser um pouco mais rodada em termos de seleção, mas ‘não soube administrar’ a vantagem adquirida desde os tempos que era banco de Fabi.

Apenas uma estará no Rio.

A fase de Léia é melhor. Fato. Camila tem talento, se acomodou, e precisa correr atrás do prejuízo.

É bem verdade, justiça seja feita, que a linha de passe do Minas ajuda muito Léia. Camila não tem tanta sorte assim em Osasco onde precisa se virar e passar a quadra inteira.

A vaga está literalmente em aberto.

Se as duas tiveram as mesmas oportunidades, e certamente isso irá acontecer pela filosofia da seleção feminina, José Roberto Guimarães terá uma bela dor de cabeça pela frente.

 

 

 

 

 

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