Lorenne é um caso à parte

Lorenne é um caso à parte

Bruno Voloch

07 de julho de 2019 | 19h58

É cedo e muito precipitado apagar as interrogações que recaem sobre Lorenne.

Antes de tudo não custa lembrar para aqueles que se deixam impressionar por um jogo apenas, que a jogadora foi cortada da viagem para a China e só foi reintegrada ao grupo porque Tandara não estava 100% fisicamente, ou seja, teria sido preterida pela gloriosa Paula Borgo.

Decisão da própria comissão técnica.

Segundo consta, o bom e surpreendente aproveitamento dela na final contra os Estados Unidos não muda rigorosamente nada em relação ao futuro da atleta nesse ciclo olímpico.

As chances de Lorenne estar na Olimpíada de Tóquio são desprezíveis.

É a mesma oposta que em duas temporadas jogando por Osasco simplesmente não aconteceu. Paula Borgo idem. A troca por Barueri poderá ser fundamental para que Lorenne jogue, amadureça, mude a postura e vire uma oposta confiável, algo que ainda não é.

Mas pode ser.

Nada porém invalida a coragem e a regularidade apresentadas na fase final da VNL. O caminho é por aí.

 

 

 

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