Malandragem do Sesi, inocência de Itapetininga

Malandragem do Sesi, inocência de Itapetininga

Bruno Voloch

29 de março de 2019 | 09h34

O Sesi suou, passou sufoco no segundo jogo, mas avançou.

Só que apenas a técnica não foi suficiente para a confirmar a vitória por 3 a 1 contra Itapetininga. Experiente, os jogadores do Sesi usaram todos os artifícios possíveis dentro de quadra. Pressionaram a arbitragem e Rogério Espicalsky não teve peito para agir como deveria.

Afinou.

Lipe, para variar, pintou e bordou. William também andou extrapolando, o que significa dizer que o Sesc pode se aproveitar do emocional fragilizado do Sesi que acusou o golpe já nas quartas de final.

Se Itapetininga tivesse mais cabeça, o post hoje poderia estar falando do improvável terceiro jogo entre os dois.

O time da casa teve os dois primeiros sets nas mãos mas se perdeu nos momentos decisivos e nas provocações do Sesi.

Itapetininga foi uma das gratas revelações da temporada e trouxe o bom trabalho de Magoo no banco. A torcida é que André Nascimento consiga aumentar o investimento ou no mínimo manter o mesmo patamar apresentado.

 

 

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