Março é logo ali. Superliga terá os 4 de sempre e rebaixamento opcional

Março é logo ali. Superliga terá os 4 de sempre e rebaixamento opcional

Bruno Voloch

09 de novembro de 2019 | 11h01

A Superliga que começa hoje terá o mesmo desenho da temporada passada na parte de cima.

Vão chegar Taubaté, Rio, Cruzeiro e Sesi.

Qualquer outro time que aparecer entre os 4 será zebra. Minas e Campinas são os únicos que podem surpreender, mas a diferença de investimento entre a turma de cima é muito grande e só mesmo uma enorme deslize sustentaria uma mudança.

Campeonato que começa esculhambado e desacreditado pelas recentes decisões políticas da CBV, Confederação Brasileira de Vôlei, como a inclusão de Caramuru, caloteiro declarado, na vaga do Botafogo.

A maioria dos jogadores se cala, mas em março volta a choradeira habitual dos direitos não pagos.

Será uma Superliga diferente para o pessoal que briga na parte de baixo. Baseados nos recentes atos administrativos da entidade, Blumenau, Maringá, Ribeirão, Itapetininga e principalmente Montes Claros jogarão tranquilos.

O regulamento (sic) diz que os dois últimos serão rebaixados. Isso no papel.

O famoso ‘devo, não nego, pago quando puder’ virou um trunfo nas mãos deles. E quem conhece os bastidores da CBV sabe que uma boa rodada de pizza resolve tudo.

 

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