Megan e o racismo: ‘Já vivenciei e pode ter consequências mortais. Me deixa doente pensar sobre isso’

Megan e o racismo: ‘Já vivenciei e pode ter consequências mortais. Me deixa doente pensar sobre isso’

Bruno Voloch

05 de junho de 2020 | 10h43

A entrevista de Megan Hodge, novo reforço do Minas, foi devidamente editada.

E por uma razão justificável: a luta contra o racismo.

Uma pandemia que dura mais de 400 anos.

A morte covarde de George Floyd em Minnessota, que 11 vezes disse que não conseguia respirar, fez ressurgir uma onda de indignação mundial.

Megan, abalada, fez questão de dar seu depoimento ao blog:

‘O que aconteceu com George Floyd foi horrível. Me deixa doente pensar sobre isso. Infelizmente é algo muito comum na sociedade. O racismo é muito real e pode ter consequências mortais’.

A jogadora admite que sofreu literalmente na pele:

‘Como acontece com muitos outros negros no meu país e no mundo, eu já vivenciei o racismo. Mas espero que com tanta luz sendo ligada e diante da repercussão as coisas possam começar a ir em uma direção diferente. Uma direção melhor’.

Megan se apresentará no segundo semestre e virá ao BRASIL com os dois filhos.

 

 

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