Minas, de Lavarini, é uma salada.

Minas, de Lavarini, é uma salada.

Bruno Voloch

03 de fevereiro de 2018 | 18h23

Bem que o torcedor do Minas se esforça. Só que anda difícil torcer para esse time. O que se vê na Superliga é uma equipe sem regularidade, confusa e esquema definido.

Uma autêntica salada.

Stefano Lavarini, coitado, é o principal responsável. É nítido que as jogadoras e o técnico não falam a mesma língua. O desconforto de algumas delas, Macris, por exemplo, é claro.

A barração de Pri Daroit é inexplicável. Nada, rigorosamente nada contra a norte-americana Sonja, mas que ela não joga ou não se mostrou mais efetiva que Pri Daroit isso é fato.

A sensação é que está em quadra jogando com o nome ou por imposição de alguém de cima. Bola zero.

Hooker é outra. É capaz de fazer um partidaço contra Bauru e jogar o que jogou contra o Praia. Mas não é só ela. Hooker tem a cara do Minas.

Perder dois sets por 25/13 é duro. Reflete bem o que esse time (não) é capaz. O Minas atual não inspira a menor confiança. Vai do céu ao inferno várias vezes na mesma partida.

 

 

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