Minas e Osasco livres; Flamengo e Praia Clube ainda no risco em Saquarema

Minas e Osasco livres; Flamengo e Praia Clube ainda no risco em Saquarema

Bruno Voloch

30 de outubro de 2020 | 22h32

É muita coragem falar de bola diante de tantas barbaridades registradas num só torneio como esse malfadado Super 8 em Saquarema.

Não há, honestamente, o que comemorar.

A infeliz ideia e o despreparo dos ‘jênios’, Radamés Lattari e Renato D’Avila, aliados ao marketing da CBV, colocou em risco a integridade física das jogadoras.

Ginásio inapropriado, intervalo criminoso entre os jogos, condições adversas e quadra amarela para inexplicavelmente favorecer o patrocinador.

Quadra da cor da bola, atitude impensada e que prejudica a arbitragem.

Irresponsabilidade total onde desafio vira tempo.

Atletas ficaram expostas numa competição que não vale rigorosamente nada. E não acabou para azar de Flamengo e Praia Clube que fazem a final.

Bom para os dois que entraram pressionados na competição.

Minas e Osasco, campeões estaduais, respiram aliviados e voltam para a casa ilesos, ou quase ilesos. Gabi Cândido foi a baixa do time paulista.

Foi difícil parar em pé.

O Flamengo escapou de perder Lorenne.

Carol, central do Praia, era o retrato da irritação. Pelo menos 3 vezes perdeu o equilíbrio perigosamente.

Confortável, só mesmo para aqueles que tiveram a indecência de montar um evento como esse desrespeitando as melhores jogadoras do BRASIL.

 

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