Minas e Praia sonham igualar marca de Osasco na China. Eczacibasi e Vakifbank estão no caminho.

Minas e Praia sonham igualar marca de Osasco na China. Eczacibasi e Vakifbank estão no caminho.

Bruno Voloch

03 Dezembro 2018 | 09h57

Agora é a vez delas.

O BRASIL terá dois representantes, Minas e Praia, no mundial de clubes da China. Os times brasileiros sonham repetir a façanha de Osasco que foi campeão do mundo em 2012 e entrar para a história.

Já são 5 anos de jejum vendo russas e especialmente as turcas comemorando o título. Nesse período o Rio foi vice duas vezes e o próprio Osasco ficou em segundo lugar em 2014.

Eczacibasi, convidado, e Vakifbank, campeão europeu, estão se alternando no lugar mais alto do pódio e os dois estarão novamente na China. Um de cada lado. Vão chegar.

O primeiro tem Tijana Boskovic, Yeon-Koung Kim, Jordan Larson e Lauren Gibbemeyer no elenco. O segundo vem com Zhu, Lonneke Sloetjes, Kelsey Robinson e Milena Rasic.

O Praia enfrentará o Eczacibasi e o Minas terá o Vakifbank na primeira fase.

Levando-se em conta que Eczacibasi e Vakifbank serão semifinalistas, aparentemente o Minas corre mais risco de não avançar, embora a fase do Praia não inspire muita confiança especialmente depois de perder amistoso para o último colocado do campeonato italiano.

Por sinal, chama atenção a ausência dos times italianos no mundial.

Diante desse cenário, o Volero surge como ameaça para o Minas e o jogo de estreia passa a ser decisivo. O Volero tem no elenco jogadoras de qualidade como a promessa eslovena Eva Mori, levantadora, a cubana Casanova, a sérvia Bjelica, ex-Osasco, Rosir Calderón, que se recupera de lesão e a central Lazarenko.

O Zhejiang, das donas da casa, não assusta ninguém.

O Praia terá ainda o Chonburi, campeão asiático, não é bobo e é base da seleção da Tailândia. O Altay, do Cazaquistão e de Mammadova, chega menos credenciado. É o time da líbero campeã mundial Popovic.