Minas pede a palavra; Minas justifica ausências de Hooker e Laiza.

Minas pede a palavra; Minas justifica ausências de Hooker e Laiza.

Bruno Voloch

17 Novembro 2017 | 08h25

Recebo contato de Keyla Monadjemi, diretora do clube.

Educada, ela pede a palavra e faz questão de comentar o post publicado ontem pelo blog. Direito concedido.

Keyla explica que a norte-americana Hooker pode no máximo jogar um set e por isso não tem sido utilizada pelo técnico Stefano Lavarini.

‘Ela deveria ter chegado em outubro só que tivemos vários problemas burocráticos que atrapalharam a programação feita inicialmente. Infelizmente a Hooker chegou atrasada, não por culpa dela, e prejudicou o que havíamos planejado. O que não podemos é em função desse atraso colocar em risco a integridade física da atleta escalando ou colocando em quadra sem as condições físicas ideais’.

A tendência, até onde o blog chegou, é que Hooker comece como titular na partida contra o Rio.

Keyla enalteceu a situação de Laiza, outra oposta que Lavarini não usa.

‘A Laiza ficou 30 dias parada e está à disposição. Se não foi escalada é porque o treinador não quis. Questão técnica e de quadra que eu não opino’.

Portanto o torcedor não deve criar expectativas para sábado.

Seria uma zebra ver Hooker começando contra Osasco. Ela e Laiza serão banco. O Minas continua com Karol Tormena.

Por fim, Keyla falou da situação de Lavarini no comando do time:

‘O Minas resolveu inovar e precisava de uma cara nova. Estudamos e analisamos muito o currículo e a maneira de trabalhar dele. Gostamos. Poderíamos ter ficado na mesma e optado por técnicos que já rodaram a Superliga. Até cogitamos trazer alguém do  masculino, mas o Minas preferiu fazer uma aposta diferente’.

O que muda por enquanto, e via Keyla, é a política.

Os bons tempos voltaram. Essa é verdadeira cara do Minas.