Missão dada é missão cumprida na seleção feminina

Missão dada é missão cumprida na seleção feminina

Bruno Voloch

14 de julho de 2015 | 07h59

Por enquanto tudo tem saído dentro do planejado na seleção feminina.

O time brasileiro se classificou antecipadamente para as finais do Grand Prix e finalmente se dividiu.

Um grupo está no Canadá, onde vai disputar os jogos Pan-Americanos, e o outro na Itália, e de lá segue para os Estados Unidos para jogar a fase decisiva do Grand Prix.

brasil volei 2

Além do BRASIL, China e Estados Unidos estão garantidos. Rússia, Japão e Itália, antes da disputa da última etapa, completariam hoje os 6 finalistas.

Diferente do primeiro fim de semana, os jogos em São Paulo exigiram um pouco mais da seleção. Apesar dos problemas de passe, superou Tailândia e Alemanha. A volta de Jaqueline foi determinante para derrotar a seleção alemã.

O grupo aparentemente foi bem dividido.

O maior desafio do time que jogará o Pan será atuar sem Dani Lins. A levantadora titular foi para o Grand Prix. Macris e Ana Tiemi terão que se virar. Será um ótima oportunidade para ambas as jogadoras.

Nas pontas como Jaqueline e Fernanda Garay não existe preocupação no Canadá. Mari Paraíba é uma boa opção.

Gabi será titular no Grand Prix e terá em tese como companheira Natália. Suelle deve ficar alerta com a possível linha de passe.

As centrais escolhidas para o Grand Prix estão na frente. Carol e Juciely voaram nos jogos das duas primeiras fases. Adenízia quase não atuou e Bárbara é uma incógnita.

33

A comissão equilibrou as opostas com Joycinha e Monique em lados opostos. Rosamaria e principalmente Ivna certamente serão usadas.

No caso das líberos não teve jeito.

Camila Brait iria para o Grand Prix, mas c0m a contusão de Leia acabou ‘separada’ para o Pan. Sassá vai jogar as finais nos Estados Unidos.

Em tese as dificuldades serão maiores para a seleção que estará no Grand Prix. Os Estados Unidos jogarão em casa e a China vem forte. As chances de medalha existem, mas falar em título é precipitado.

No caso do Pan-Americano a história é outra.

Zé Roberto quer ganhar a medalha de ouro até porque o masculino passará longe pela opção de Bernardinho.

Os Estados Unidos, mesmo com time misto, são perigosos. Não dá para esquecer da República Dominicana especialmente se o time de Marcos Kwiek vier completo.

Os demais não assustam. Nesse caso o pódio é obrigação.

 

 

 

 

 

 

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências: