Missão dada, missão cumprida e química de volta em Osasco

Missão dada, missão cumprida e química de volta em Osasco

Bruno Voloch

23 Outubro 2016 | 16h51

O fanático e exigente torcedor de Osasco chegou desconfiado e saiu do José Liberatti com a certeza de que os bons tempos estão voltando.

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Ganhar o estadual era obrigação. O Pinheiros valorizou o penta de Osasco e fez mais do que um simples convidado ganhando inclusive o primeiro jogo.

O brinde custou caro. Só que saiu mais caro ainda para o Pinheiros.

O resultado adverso teve sérias consequências. A derrota em São Paulo mexeu com os brios das principais jogadoras de Osasco, inclusive daquelas que estavam sendo vencidas pela timidez.

Tudo funcionou sob comando da torcida. Uma química que empurrou o time dentro de quadra e intimidou o Pinheiros.

Sensibilidade de Luizomar de Moura e serenidade de Dani Lins. Assim Osasco reverteu o cenário fez 3 a 0 no tempo normal e ganhou com autoridade o Golden Set.

O técnico foi cirúrgico. Mexeu com propriedade e teve coragem de manter Gabi na vaga de Tijana Malesevic a partir do terceiro set.

Dani Lins enxergou que era o dia de Tandara e fez Bia jogar tudo que a centrar não tinha mostrado durante todo o campeonato.

A linha de passe de Osasco foi um dos pontos fortes. Nada porém chamou mais atenção do que o comprometimento de todas as jogadoras. É sem dúvida outro Osasco que não lembra em nada aquele recheado de estrelas e que sucumbiu na Superliga.

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Missão dada é missão cumprida.