Missão impossível para Minas e Praia Clube na China

Missão impossível para Minas e Praia Clube na China

Bruno Voloch

02 de dezembro de 2019 | 07h19

O que vier é lucro.

É bom os torcedores do Minas e do Praia Clube não criarem expectativas e muito menos perderem suas preciosas noites de sono por causa do mundial de clubes da China.

A missão dos times brasileiros é impossível a partir de terça-feira.

Não tem para onde fugir nessa edição. Para qualquer direção que se olhe, será chumbo grosso. A FIVB, Federação Internacional de Vôlei caprichou e organizou o melhor mundial de todos os tempos.

No caso de Minas e Praia Clube, convidado, não se trata de pessimismo e sim realismo.

Os sempre poderosos turcos Eczacibasi, de Natália, e Vakifbank, de Gabizinha, continuam favoritos ao lado do italiano Conegliano, de Egonu.

O italiano Novara não pode ser descartado e os times chineses, normalmente indiferentes ao mundial de clubes, embora sempre sediando o evento, resolveram valorizar a competição como o Tianjin que terá simplesmente Ting Zhu.

Por essas e outras, não cair na primeira fase é o primeiro objetivo. Estar na semifinal já será uma façanha daquelas para Minas e Praia Clube. E honestamente, sem desmererecimento algum, é o máximo que o BRASIL pode chegar.

Não dá para pensar em em título.

Osasco, campeão mundial em 2012, pode dormir tranquilo

Ainda não será dessa vez que outro clube brasileiro irá igualar a marca alcançada pelo time paulista há 7 anos em Doha quando levantou a taça.

 

 

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