Mole, mole, fácil, fácil.

Mole, mole, fácil, fácil.

Bruno Voloch

29 de setembro de 2018 | 09h34

O BRASIL, como se diz na gíria, entrou com o freio de mão puxado na estreia do mundial contra Porto Rico. O blog estará no Japão a partir da segunda fase em Nagoya.

A vitória no limite no primeiro set por 27/25 não tem a ver com estreia, até porque o time é rodado e bem experiente.

Desculpa que não cola.

O que faltou foi atitude e agressividade. Foi dessa maneira que a seleção jogou a partir do segundo set, passeou em quadra e fez 25/12 e 25/7.

Jogo que evidentemente não serve como parâmetro.

Falar em números idem. Fernanda Garay e Dani Lins mostraram boa forma.

Boa e interessante também a postura de José Roberto Guimarães que colocou o time para rodar e usou praticamente todo o banco. Dá ritmo e não tira moral daquelas que começam o mundial como reservas.

 

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