Muito prazer, Osasco.

Muito prazer, Osasco.

Bruno Voloch

11 Outubro 2016 | 09h17

Ficou apenas o nome.

O resultado foi o que menos chamou atenção na boa e previsível vitória de Osasco contra São Caetano por 3 a 0. Na sexta-feira, em casa, o atual tetracampeão paulista confirma vaga em mais uma decisão.

O que se viu, muito diferente da temporada passada, foi um time comprometido, unido e leve. Em quadra e do lado de fora sob comando de Luizomar de Moura.

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O treinador deixou o semblante carregado e a sensação é que tirou um peso enorme das costas. Um jogo foi o suficiente para notar que a postura do técnico é outra. Sereno, está mais ‘tático’, basta ver as orientações de Luizomar nos pedidos de tempo.

O trabalho de grupo da comissão técnica, literalmente dividida nas orientações, reflete nas jogadoras.

Dani Lins se transformou numa autêntica líder passando instruções para as mais jovens.

O ponto de Paula descalça é apenas um dos exemplos do tal comprometimento e que diferencia esse Osasco daquele da última temporada. Não existe bola perdida.

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Osasco perdeu algumas de suas principais jogadoras.

Osasco trocou.

É cedo para dizer se a filosofia vai dar certo em termos de conquistas. O que deu para notar na ‘primeira aparição pública’, e as jogadoras fizeram questão de mostrar, é que o grupo atual ‘entendeu’ o recado.

Mudou.

É sem dúvida o primeiro passo.