Murilo foi o pivô da saída de Montanaro do Sesi

Murilo foi o pivô da saída de Montanaro do Sesi

Bruno Voloch

05 de agosto de 2015 | 07h36

A renovação de Murilo, exigência de Jaqueline para assinar com o Sesi, foi a gota d’água para o clube dispensar Montanaro.

O ex-gestor do clube era radicalmente contra a permanência do jogador e foi voto vencido. Segundo ele, Murilo não renderia tecnicamente o suficiente para justificar tamanho investimento financeiro.

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A presença de Murilo no elenco para a temporada 2015/16 esvaziou de vez Montanaro.

A diretoria aproveitou e resolveu os problemas.

O salário de R$ 60 mil foi reduzido para R$ 20 mil. Montanaro resistiu.

Sem alternativas, a diretoria optou pela transferência do antigo gestor para  Santo André. Montanaro não apita mais no vôlei adulto e passa a cuidar dos demais esportes e da base do clube no local.

A saída de Montanaro era a senha que o Sesi precisava para trazer de volta Sidão. Os dois não tinham bom relacionamento na época em que trabalharam juntos na temporada 2013/14.

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Sidão voltou.

Marcos Senatore, ex-supervisor, foi outro que deixou o Sesi alegando problemas de relacionamento com o ex-gerente.

O golpe deve ter sido duro para Montanaro. Ele foi um um dos maiores incentivadores de Murilo, quando o mesmo era conhecido apenas como ‘irmão’ do Gustavo,  nos tempos do extinto Banespa.

 

 

 

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