MVP do mundial sub-23, Juma divide prêmio com as companheiras da seleção

MVP do mundial sub-23, Juma divide prêmio com as companheiras da seleção

Bruno Voloch

02 de setembro de 2015 | 13h05

Em ano até agora marcado por frustrações e resultados negativos nas categorias de base e de insucessos nas seleções principais, o título do mundial feminino sub-23 é o único motivo de orgulho para o vôlei brasileiro em 2015.

Além da conquista inédita na Turquia, a levantadora Juma foi eleita a MVP da competição.

Natural do Pará, a jogadora de 22 anos é uma das gratas revelações da atualidade, tanto que já foi convidada para treinar na seleção adulta.

Juma, que deixou o São Caetano para jogar no Pinheiros nessa temporada, conversou com o blog.

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A atleta falou da emoção da conquista, enalteceu o trabalho das companheiras, comentou a parceria com o técnico Wagão e disse que não vai desistir do sonho de jogar uma Olimpíada, mesmo que não seja em 2016 no Rio de Janeiro.

O que representou o título mundial na sua carreira?
Acredito que para a minha carreira só fez acrescentar e me dar mais experiência e confiança. Foi fundamental esse título, não só para mim, mas como para a equipe. Fez com que a gente percebesse que jogando juntas somos mais fortes.

Como foi ser eleita a MVP do mundial?
Foi maravilhoso, fiquei muito feliz. Mas no meu entendimento, meu time que foi o responsável por esse prêmio. Divido com elas essa conquista.

Qual a importância de ter o Wagão como técnico na seleção e agora também no Pinheiros?
Wagão é um técnico excelente, sei que ainda vou crescer muito com ele. O que me ajuda bastante é que ele segue a mesma linha de trabalho tanto no clube quanto na seleção, então é melhor a adaptação em ambas as situações.

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Esse título pode acabar abrindo as portas também na seleção adulta?
Não sei se o título em si pode abrir as portas. Na minha cabeça o que pode abrir as portas é melhorar o meu trabalho é sempre ter a seleção principal como objetivo.

A Olimpíada do Rio ainda é um sonho?
Acho que nunca devemos parar de acreditar. Se surgir uma oportunidade para a próxima olimpíada ótimo, mas caso contrário vou continuar trabalhando que certamente um dia o sonho chega.

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