Na hora do vamos ver, Zhu responde ao BRASIL que tem desfecho previsível e saldo zero.

Na hora do vamos ver, Zhu responde ao BRASIL que tem desfecho previsível e saldo zero.

Bruno Voloch

01 Julho 2018 | 09h42

Era só puxar o histórico do BRASIL para antever o que aconteceria contra a China.

Seguindo a linha das justificativas, se o cansaço foi usado como desculpa para a derrota para a Turquia na véspera, nada mais natural que culpar o emocional para explicar os 3 a 0 diante das chinesas na disputa pelo bronze.

São raríssimas as vezes que o vôlei brasileiro, e aí se encaixa o masculino também, consegue motivação e êxito quando o terceiro lugar está em jogo.

Algo que faz parte da cultura do BRASIL.

Não deveria ser assim.

O resultado de 3 a 0 deixa uma impressão ruim. A seleção sai de Nanjing com saldo zero. 4 jogos, duas vitórias por 3 a 0 e duas derrotas pelo mesmo placar, as duas últimas quando efetivamente o time foi testado.

A China soube respeitar o fator casa, a torcida e valorizou dentro do possível o investimento. Ganhou quando precisou, pelo menos contra o BRASIL.

Além da conhecida e notória ‘Tandaradependência’, José Roberto Guimarães constatou que Adenízia foi a central mais regular da seleção na VNL.

O ponto que deu a vitória para a China é a marca registrada desse BRASIL. A mudança começa por ali.

No fundo soaria esquisito mesmo o BRASIL ganhar 3 vezes seguidas da China. Digamos que as coisas foram colocadas nos devidos lugares.