Não adianta. Rio não respeita e Praia entrega.

Não adianta. Rio não respeita e Praia entrega.

Bruno Voloch

15 de abril de 2018 | 15h29

Tremer não é um termo forte. Entregar seria o mais adequado para o Praia Clube.

A camisa do Rio pesou e como no primeiro jogo da decisão da Superliga. Mais impressionante do que a tremedeira previsível e habitual do Praia em final é a maneira como as jogadoras do Rio se comportam quando enfrentam esse adversário.

Não importa quem esteja do outro lado da rede. E olha que estamos falando de jogadoras campeãs olímpicas como Fabiana, Walewska e Fernanda Garay.

Se existe respeito, fica fora de quadra.

Drussyla foi a melhor em quadra. Gratificante também foi constatar a recuperação física e técnica de Gabizinha. Fabi segue fazendo a diferença atrás.

A confiança e coragem do Rio é que chamam atenção. Diferença absurda entre um time de tradição, acostumado com títulos e outro que tem medo e não tem camisa.

Só quem não conhecesse o histórico do Praia em finais poderia apostar em algo diferente na Arena da Barra.

 

 

 

 

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