Não espere nada do Flamengo na Superliga, muito menos do Fluminense

Não espere nada do Flamengo na Superliga, muito menos do Fluminense

Bruno Voloch

25 de abril de 2019 | 08h39

Um subiu e até hoje não sabe quanto terá de verba para investir.

O outro está de pé, sabe-se lá como, e teve orçamento reduzido.

É essa a triste realidade da dupla Fla-Flu.

O blog apurou que o Fluminense zerou os salários com as jogadoras, mas ainda deve dinheiro para a comissão técnica. Aliás, onde nasce o erro. Só mesmo a falta de ambição e a consequente inexistente cobrança por resultados justifica a permanência de Hylmer Dias como treinador.

As principais jogadoras como Lara, Pri Daroit e Joycinha, obviamente, deixaram o clube. Lara foi para o Sesc, Pri voltou para o Praia Clube e Joycinha estuda propostas de fora do BRASIL.

Por falta de opção, Giovanna e Thaisinha ficam.

Sem espaço, Paula Borgo chega do Praia e Natasha substituirá Lara. Mari Casemiro vem do Pinheiros onde a filosofia é exatamente a mesma.

Resumindo, não vai dar em nada. Morre, se tanto, de novo nas quartas.

O Flamengo até criou uma boa expectativa após o vice-campeonato da Superliga B. Só que até agora não saiu do papel.

Não perdeu nenhuma jogadora, mas não contratou ninguém. E a essa altura do campeonato, vai ficar com a xepa do mercado. Uma decepção.

Com esse cenário, Alexandrinho, técnico do time, sabe que irá brigar para não cair, condição humilhante e inaceitável para a grandeza do Flamengo.

 

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