Natália mostra lado oculto e vive novo papel na seleção brasileira

Natália mostra lado oculto e vive novo papel na seleção brasileira

Bruno Voloch

24 de julho de 2015 | 08h57

Omaha, EUA.

Seleção brasileira funciona diferente.

Apesar da derrota para a Rússia por 3 a 0, Natália é uma das maiores esperanças do BRASIL para a conquista do décimo primeiro título do Grand Prix.

A jogadora, finalmente livre das contusões, não esconde o prazer de participar novamente da competição. São duas conquistas até hoje com a camisa da seleção:

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‘É um torneio cansativo, mas muito importante para qualquer jogadora. Mesmo algumas seleções estando aqui em Omaha com time B, vejo como fundamental esse intercâmbio pensando no futuro. Vai ajudar muito as mais novas’.

Chega a ser curioso.

Quem lê, acha que Natália já passou dos 30. Ela ainda está longe disso. Completou 26 anos em abril e fala com naturalidade sobre o papel de líder que exerce na seleção que disputa o Grand Prix:

‘Querendo ou não sou uma das mais experientes. Sempre fui assim e gosto de ajudar as pessoas. Na seleção não tem sido diferente e procuro dar suporte para aquelas que estão chegando aqui agora. Ser líder não foi uma coisa planejada. Com essa divisão do time, metade está no Pan, a coisa aconteceu naturalmente’.

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O lado genoroso de Natália poucos conheciam.

A sinceridade é marca registrada. Direta como de hábito, ela não esconde a predileção pelo Grand Prix e não tem boa recordação do Pan:

‘Estava me recuperando da cirugia na canela em 2011. Não me sinto preterida por não ter ido para Toronto. E te digo que se pudesse ter escolhido, optaria pelo Grand Prix. Essa competição é especial’.

Dito e feito.

O BRASIL de Natália enfrenta nesta sexta-feira o Japão e precisa fazer 3 a 0 para manter as possibilidades de título.

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