Nem São Caetano cura ressaca do Praia

Nem São Caetano cura ressaca do Praia

Bruno Voloch

06 de fevereiro de 2019 | 08h43

A derrota na final da Copa Brasil não foi bem digerida no Praia.

Reflexo disso foi o desempenho do time contra o São Caetano, até então último colocado da Superliga.

O Praia já vinha dando sinais que poderia tropeçar. Não foi por acaso que precisou de 5 sets, isso mesmo, para derrotar o ‘penetra’ Brasília na rodada anterior.

O padrão não é o mesmo apresentado no início da competição.

O desgaste físico de algumas atletas é nítido. Desgaste esse que pode ser determinante lá na frente caso a comissão técnica não encontre uma alternativa.

Em tese, diante do lanterna, seria uma ótima ocasião para descansar uma ou outra peça. Mas se com o time completo foi ruim, que dirá sem as titulares.

Fabiana, Fernanda Garay e Lloyd jogaram os 4 sets na derrota por 3 a 1. Rosa saiu, Michelle não resolveu. O desespero era tão grande que até Fawcett foi parar no banco sendo substituída por Paula Borgo.

Mais do que os 25 erros cedidos e a defesa muito ruim, faltou ao Praia postura de time grande que as vezes o clube esquece que é.

Tendências: