O faz de conta e a realidade entre Cruzeiro e Campinas

O faz de conta e a realidade entre Cruzeiro e Campinas

Bruno Voloch

16 de novembro de 2020 | 08h34

Campinas não engana.

Sempre foi assim, não seria agora diferente. A primeira colocação era uma mentira, afinal só havia enfrentado Sesi, Montes Claros e Ribeirão Preto, ou seja, ninguém.

É o típico mundo da fantasia achando que pode brigar de igual para igual com os grandes como Cruzeiro, Taubaté e Minas.

Não pode.

Não dá.

Questão de camisa, histórico e perfil.

É grande contra pequeno.

No primeiro jogo de verdade na Superliga, derrota normal e habitual para o Cruzeiro que ainda deixou escapar um set. E olha que o Cruzeiro não teve força máxima. Ótimo jogo do cubano López.

Diferença técnica e física abissal.

E o que mais chamou atenção foi a falta de conhecimento da regra do jogo por parte de Campinas.

Os jogadores, sabe-se lá qual razão, abusaram e reclamaram muito do árbitro Anderson Caçador. E sem razão. Jogo limpo e sem qualquer interferência, até porque o dia que o Cruzeiro precisar de uma mãozinha para vencer Campinas é melhor rever o projeto.

 

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências: