O peso da camisa e o preço da regalia na Copa Brasil

O peso da camisa e o preço da regalia na Copa Brasil

Bruno Voloch

25 de janeiro de 2020 | 10h55

Estava na cara.

Final justa, merecida e de certa maneira previsível entre Cruzeiro e Sesi em Jaraguá do Sul.

O Sesc, novamente, sentiu o peso de estar numa semifinal de campeonato, ainda que fosse a famigerada Copa Brasil. Faltou malandragem e alguns jogadores nitidamente sentiram a responsabilidade no terceiro set contra o Cruzeiro.

Ali se resolveu a partida.

Triste sina para o time carioca que segue na fila.

Impressionante como o peso da camisa do Cruzeiro, algo que o Sesc não tem.

Fato.

A classificação do Sesi no jogo de fundo não surpreende e reflete a forma como a coisa tem sido administrada nas últimas semanas administradas em Taubaté. Jogadores como Lucão com regalias concedidas pela comissão técnica e gente jogando apenas com o nome, ou nem isso, caso de Douglas Souza, figura decorativa em quadra.

A barração de Thales soou estranho.

Lucarelli, sozinho, não faz milagre.

Alan fez quase isso, mas o Sesi teve mais conjunto, soube sair do buraco após a derrota humilhante no segundo set, reencontrou o equilíbrio e venceu com méritos.

 

 

 

 

 

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