O peso do Super 8 feminino, à la masculino, para Bauru, Flamengo e Praia Clube

O peso do Super 8 feminino, à la masculino, para Bauru, Flamengo e Praia Clube

Bruno Voloch

28 de outubro de 2020 | 09h42

O Super 8 não será uma competição qualquer. Para Bauru, Flamengo e Praia Clube vale e muito.

Osasco e Minas, após os respectivos títulos estaduais, entram no torneio sem qualquer pressão. Se pudessem certamente evitariam a viagem e o deslocamento de graça para Saquarema. Isso sem contar os riscos de contaminação.

O mesmo não dá para dizer de Bauru, Praia Clube e Flamengo.

Sim, Flamengo também.

Bauru e Praia Clube precisam encarar o Super 8 como Taubaté enxergou a competição. A diferença é que Taubaté conseguiu a façanha de perder para Campinas na semana anterior.

O vice estadual para Osasco e Minas, respectivamente, não foi nenhum demérito. Pior para o Praia, primo rico do vôlei brasileiro e dono do maior orçamento do BRASIL, aquele que tem obrigação de ganhar tudo que disputar.

E começou perdendo.

Bauru não tem esse perfil, embora não tenha gastado pouco. As cobranças internas são idênticas.

Nos dois casos, vencer o Super 8 significa amenizar a pressão.

O Super 8 será o primeiro teste para valer do Flamengo, até porque o recente torneio vencido no Rio pode ser chamado de tudo, menos campeonato estadual. É ver como se comportará a tão comentada Ana Cristina e do que a líbero Camila Gomez é capaz.

Do Fluminense não espere nada, como sempre. É mero coadjuvante.

Barueri não. É sempre agradável ver o time de José Roberto Guimarães em quadra.

 

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências: