O que restou do pobre Fluminense?

O que restou do pobre Fluminense?

Bruno Voloch

30 de julho de 2020 | 10h08

Nada, ou quase nada.

O torcedor do Fluminense não deve criar grandes expectativas em relação ao time que jogará a Superliga. Jogar não. No máximo participar, o que na verdade que o clube vem fazendo nas últimas temporadas.

O cenário piorou.

Acostumado as derrotas e raríssimas vitórias, o Fluminense, pelo andar da carruagem, provavelmente lutará contra a degola. A vantagem é que tratando-se de CBV, Confederação Brasileira de Vôlei, existe sempre um jeitinho no fim para escapar.

O Fluminense tem participado das reuniões virtuais e dizem que anda em dia com as taxas exigidas pela CBV, mas é pouco.

Quem investia, recuou.

Aliás, demoraram para perceber que não teriam retorno.

O Fluminense convive, não é de hoje, com atraso de salários.  3, 4 meses em média, algo rotineiro por lá. A maioria saiu, também pudera, não há segurança no projeto.

Nomes como Paula Borgo, Mari Casemiro e Leticia Hage não pensaram duas vezes. Até onde o blog apurou, a líbero Andressa, boa de bola por sinal, está renovada.

Quem chega é por falta de opção ou lavagem cerebral do procurador. E quem inacreditavelmente ainda resiste é Hylmer Dias, o técnico.

Precisa dizer mais?

 

 

 

 

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