O que sobra e o que falta para Minas e Praia

O que sobra e o que falta para Minas e Praia

Bruno Voloch

02 de novembro de 2019 | 08h06

Se a CBV, Confederação Brasileira de Vôlei, fosse levada a sério, a Supercopa nem teria sido disputada. O título, por justiça, seria do Minas, atual campeão da Superliga e da Copa Brasil.

Sem mais.

O que Minas e Praia mostraram na primeira aparição oficial da temporada passa a ser a questão. Aparentemente, o que sobra de um lado, falta do outro.

Deja McClendon é esforçada, mas não tem bola para ser titular. O Minas terá que buscar alternativas internamente ou ir ao mercado se tiver verba. A venezuelana Acosta não pode ser avaliada, mas não é pior que Deja.

Lana é inconstante e Kasiely uma boa opção no fundo. Bruna ainda não está 100%, mesmo caso de Sheilla. E não será surpresa se durante a temporada as duas jogarem juntas.

O que falta hoje ao Minas, sobra no Praia com Fernanda Garay, Martinez, Fawcett e Pri Daroit, que cá entre nós jogaria fácil no rival. Paulo Coco tem um leque de opções contando com as irmãs Monique e Michelle.

Na mão o Minas é mais bem servido com Macris, enquanto Ananda e Claudinha se completam.

A líbero Laís deixou uma boa imagem e não comprometeu, embora, é sempre bom frisar, foi apenas um jogo.

Carol Gattaz e Thaísa são imbatíveis no meio e nesse aspecto o Minas acertou em cheio mantendo a primeira e contratando a segunda. Nenhum time do BRASIL tem uma dupla de centrais tão forte.

Nem o Praia.

Gattaz foi bola de segurança nos tempos de Natália e Gabizinha. Diante do cenário que se apresenta nas pontas, Macris, com tempo e entrosamento, irá transformar Thaísa na primeira opção de ataque.

O passe ganha ainda mais importância, e é onde Léia se garante.

 

 

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