O ressurgimento da Itália pelas mãos de Juantonera

Bruno Voloch

23 de setembro de 2015 | 13h05

A Copa do Mundo do Japão foi uma pequena prévia do que a seleção brasileira encontrará pelo caminho nos jogos olímpicos do Rio em 2016.

A competição mostrou a competitividade tradicional dos Estados Unidos, o ressurgimento da Itália e a regularidade da Polônia.

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Os Estados Unidos ganharam da Itália, que venceu a Polônia, que derrotou os Estados Unidos, ou seja, as 3 seleções ainda estão um degrau acima das demais.

A Rússia, quarta colocada, evolui gradativamente sob comando de Alekno. Surpreendente foi constatar o bom rendimento apresentado pela equilibrada Argentina de Julio Velasco.

Nada porém se compara a medalha de prata conquistada pela Itália.

A seleção italiana se transformou em poucas semanas. O time que jogou no Japão é bem diferente do que disputou a Liga Mundial.

A Itália ganhou força ofensiva com a chegada do cubano naturalizado Juntonera. Ganhou moral, respeito dos adversários e muita confiança.

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É uma equipe com mais variações táticas, pesado no ataque e bloqueio e leve em quadra. Impressionante como a entrada de um simples jogador, entre aspas, pode mudar a cara do time. Mudou e para melhor.

A Itália sai fortalecida do Japão e chegará credenciada ao Rio de Janeiro.

 

 

 

 

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