Olimpíada justifica ‘grupo da morte’ e mostra crescimento da Europa

Bruno Voloch

17 Agosto 2016 | 11h02

Não foi uma simples coincidência.

O grupo B, aquele considerado o ‘grupo da morte’ antes de começar os jogos olímpicos, acabou prevalecendo.

Ting Zhu of China spikes against Robin De Kruijf and Laura Dijkema of the Netherlands

Estados Unidos, Sérvia, Holanda e China são os semifinalistas. O grupo A, de Brasil e Rússia, ficou sem representante.

Os resultados deixam claro que nem sempre cair num grupo mais tranquilo na fase de classificação significa que o caminho será menos espinhoso nas quartas de final. O grau de exigência também não é o mesmo.

CameroonsStephanieFotsotriestoblocktheBrazilianattack

Camarões, Argentina, Japão e Coreia não serviam mesmo como parâmetro. A expectativa criada em relação ao jogo contra a Rússia, só pela tradição e rivalidade, não se confirmou tanto é que a Rússia ‘morreu’ em seguida.

Os Estados Unidos passaram sufoco contra a Holanda e deixaram sets diante da Sérvia e China.

O BRASIL vinha ‘zerado’.

Xia Ding of China sets

As semifinais no Rio trazem de volta seleções da Europa que desde a Olimpíada de Pequim não jogavam as semifinais.

Holanda e Sérvia chegaram.