Pó de magnésio escancara amadorismo da CBV e clubes exigem mudanças na quadra

Pó de magnésio escancara amadorismo da CBV e clubes exigem mudanças na quadra

Bruno Voloch

11 de novembro de 2020 | 09h43

O vôlei brasileiro anda. Para trás.

São reclamações e ameaças nesse início de temporada.

O pó de magnésio, usado nos ginásios do Fluminense e Flamengo, escancara o amadorismo da atual gestão da CBV, Confederação Brasileira de Vôlei.

Mas foi a maneira que os clubes enxergaram de minimizar o estrago e tentar garantir a integridade física das envolvidas nos respectivos jogos.

O blog apurou que os principais clubes do BRASIL, jogadores e árbitros cobram da entidade uma posição.

O piso amarelo e branco, criado pelo marketing da entidade, tem sido motivo de muitas críticas.

E piadas também já que ninguém vê nada, como a linha dos 3 metros e bolas atacadas no fundo da quadra são cada vez mais duvidosas. Brincadeiras que acabaram ficando em segundo plano devido aos constantes escorregões e riscos de lesões.

Uma das alternativas da CBV, a mais drástica, seria inverter as cores trocando a cor amarela pelo azul.

A outra, mais fácil, mudar as faixas para vermelho ou verde. Acontece que se nesses casos o malfadado marketing do Banco do Brasil iria abrir espaço e ir de encontro com o interesse de concorrentes diretos do segmento como Bradesco e Sicoob, hoje vetados internamente e sem espaço na CBV por razões óbvias.

Coisas do BRASIL.

 

 

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