Praia Clube, muito mais time, abre distância que nunca foi tão grande sobre o Rio

Praia Clube, muito mais time, abre distância que nunca foi tão grande sobre o Rio

Bruno Voloch

12 de janeiro de 2019 | 08h57

Quem jogou resolveu. Quem veio do banco também.

Essas foram as diferenças básicas e determinaram a vitória do Praia diante do Rio fechando o turno da Superliga. 3 a 1 convincente  com destaque para a oposta Nicole Fawcett em quadra e Paulo Coco do lado de fora.

Não seria exagero algum afirmar que a norte-americana fez um dos melhores jogos com a camisa do Praia, assim como o técnico foi pontual em praticamente todas as intervenções e substituições que fez ao longo dos 4 sets.

Paulo Coco teve confiança e coragem ao apostar em Ananda na reta decisiva da partida.

Usou Michelle que correspondeu plenamente, acima da expectativa, virando bolas importantíssimas no quarto set.

Leitura com uma pitada de sorte ao recolocar Rosa em quadra para bloquear e soube dosar Fabiana, imprescindível, na medida certa.

Não dá para dizer o mesmo de Bernardinho. Não por culpa dele.

O trabalho da comissão técnica do Praia foi simplesmente mais eficiente.

No Rio só deu para livrar a cara da russa Kosheleva, que mesmo tendo errado mais do que deveria, não se omitiu. A líbero Gabiru surpreendeu positivamente, enquanto Juciely segue inexplicavelmente jogando e ladeira abaixo. Quem teve a chance de entrar não correspondeu.

O Praia sai fortalecido, enquanto o Rio nunca esteve tão distante do líder.