Praia e Minas: missão cumprida

Praia e Minas: missão cumprida

Bruno Voloch

29 de março de 2016 | 08h05

Prevaleceu o fator casa, prevaleceu a maior experiência e prevaleceu o histórico entre os dois times.

Prevaleceu o Praia Clube.

Foi um jogo feio, marcado pelos erros e com altos e baixos dos dois lados. Praia e Minas se alternavam na frente do placar sem muita convicção. Da mesma forma que abriam vantagem, permitiam rapidamente a aproximação e na maior parte das vezes a virada do adversário.

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Assim aconteceu no primeiro set quando o Praia venceu por 25/21.

O passe matou o Minas no segundo set. A entrada de Samara no lugar de Mari ainda deu alguma esperança ao torcedor, mas logo o Praia voltou a dominar as ações e fechou o set.

Paulo Coco trouxe Carla para o terceiro set e deixou Rosamaria no banco passando Tandara para a saída. A coisa parecia fluir novamente fluir bem mas o Minas acabou traído pelos nervos e cedeu a pressão do Praia que de novo virou o set e fechou com 25/22.

O Minas poderia ter ido mais longe? Talvez sim.

Mas a equipe honrou as tradições do clube e deixa a Superliga com a missão cumprida após a surpreendente terceira colocação.

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O Praia comemora a passagem para a inédita final com a sensação idêntica ao do Minas, ou seja, missão cumprida.

Se tivesse um pouco mais de ambição o time poderia sonhar com uma vitória sobre o Rio no domingo. É difícil. Muito difícil. O Praia dá sinais de que está mais do que satisfeito com o que conseguiu.

 

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