Praia, enfim, amadurece. A emoção erra, a razão não.

Praia, enfim, amadurece. A emoção erra, a razão não.

Bruno Voloch

28 de fevereiro de 2018 | 08h14

Previsível a derrota do Praia para o Rio.

Paulo Coco agiu com prudência, pensando nos playoffs e não nessa bobagem de invencibilidade. Qual a vantagem de ficar 20 ou mais jogos sem perder e não ganhar o campeonato?

Nenhuma.

O técnico precisa ter o time inteiro na reta final da Superliga e por isso poupou Fernanda Garay e Walewska contra o Rio. Ainda assim fez um jogo equilibrado e levou 1 pontinho perdendo por 3 a 2.

O resultado assegura o Praia na primeira colocação o que em tese não faz muita diferença tamanho o equilíbrio hoje existente entre Minas e Osasco.

Por sinal, os dois, Minas e Osasco, foram os responsáveis pelo Praia amargar dois vices até agora na temporada. Campeonato Mineiro e Copa Brasil.

No atual estágio não dá para escolher adversário. Nem o mando de quadra tem feito a diferença.

O que difere o Praia atual para as temporadas anteriores é o planejamento. As lições do passado, quando andou estourando jogadoras na hora decisiva da Superliga, foram bem assimiladas.

Se a emoção superar a razão, nunca será possível alcançar o êxito da mudança.

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