Praia ignora regras de etiqueta e Monique, vítima dos ‘combos’, aparece no fim da festa

Praia ignora regras de etiqueta e Monique, vítima dos ‘combos’, aparece no fim da festa

Bruno Voloch

08 de dezembro de 2019 | 09h38

Convidado para jogar o mundial da China, o Praia Clube não retribuiu a gentileza como se esperava e aproveitou pouco a festa.

Chegou com pompa, vestido de gala e dançou.

A surpresa ficou por conta de Monique que apareceu e deu o ar da graça contra o Minas.

Sim, no segundo set, numa rápida passagem pela inversão. E só. Assim o Praia justificou a ida da jogadora para o outro lado do mundo.

Oficialmente, Monique se recupera de uma tendinite no ombro.

Independentemente da veracidade das informações passadas pelo Praia Clube, não muito confiáveis historicamente, basta lembrar a lesão de Fabizona nas finais da Superliga, se Monique não estava 100% o que ela foi fazer então na China?

Ficou claro que a atleta não tinha a menor condição de jogo.

O mais prudente e aconselhável, e não precisaria ser nenhum expert no tem para concluir, era manter Monique em tratamento no BRASIL e deixá-la, ou tentar deixá-la 100% para a Superliga.

Risco e desgaste desnecessários, até porque Monique tem milhas acumuladas para dar a volta ao mundo se quiser. E não é esse o caso.

Monique pode ajudar e ser muito útil ao time.

Não é craque, mas é uma jogadora respeitada, boa de grupo, talentosa, versátil e com currículo de grandes conquistas na Superliga. Monique, é bom que se diga, foi contratada para jogar, mas como a negociação de Fawcett para a China deu para trás e as duas pertencem a mesma empresária, não teve alternativa e assinada teve que ficar.

A conclusão que se chega é que planejamento do Praia para o mundial não saiu como os dirigentes venderam ao patrocinador e pretendiam. É o preço se paga literalmente pela ‘parceria’ e os ‘combos’ e que não foi repassado ao comprador.

 

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