Praia lidera movimento pelo fim do ranking. Reunião em São Paulo define futuro da Superliga Feminina.

Praia lidera movimento pelo fim do ranking. Reunião em São Paulo define futuro da Superliga Feminina.

Bruno Voloch

06 Março 2018 | 08h02

Entre os homens o martelo já foi batido. A CBV, Confederação Brasileira de Vôlei, será obrigada e vai divulgar em breve o fim do ranking masculino.

Uma reunião marcada para hoje em São Paulo começa a definir os rumos da próxima edição da Superliga Feminina.

O blog conseguiu apurar com alguns clubes e seus respectivos representantes os prováveis rumos do vôlei feminino. Se ninguém roer a corda ou for convencido a mudar de opinião, o que acontece com frequência dependendo dos interesses políticos e financeiros, a tendência é que o ranking seja mantido.

O Praia Clube lidera o movimento pelo fim do ranking.

Acontece que Minas, Osasco, Pinheiros e Bauru, hoje, são contra e votam a favor do modelo atual. O ‘penetra’ Brasília deve acompanhar. São Caetano idem.

Rio e Fluminense estão em cima do muro.

Barueri é uma incógnita. O blog não conseguiu saber para que lado vai José Roberto Guimarães.

A Comissão de Atletas, que tem direito a voto, é contra o ranking.

Valinhos, rebaixado, não vota.