Praia ou Osasco? O que seria melhor para o Rio?

Praia ou Osasco? O que seria melhor para o Rio?

Bruno Voloch

06 de abril de 2018 | 08h48

O Rio treina. Não só treina. Treina e descansa. Não só descansa e treina. Treina, descansa e assiste de camarote Praia e Osasco se matarem do outro lado.

O Rio, com méritos, aguarda depois de passear contra o Minas na outra semifinal.

Vai acabar ficando quase duas semanas sem jogar, mas hoje finalmente conhecerá o adversário na final da Superliga.

Praia ou Osasco? Quem vem?

Difícil falar em preferência nesse momento.

O regime, conhecido, continua o mesmo por lá. O tema é evitado. O assunto, se colocado em pauta, desagrada. Ninguém está autorizado a falar e segue as determinações.

A sensação, apenas sensação, é que se pudesse escolher o adversário a opção mais lógica seria pelo Praia.

O sucesso nas últimas finais contra Osasco poderia sugerir uma leve opção pelo time paulista. Não creio.

O Rio de bobo não tem nada. Sabe e respeita a tradição de Osasco, reconhece, sem temer, a boa fase de Tandara e a força da torcida  quando atua em casa. E não poderia ser diferente.

O histórico impressionante de vitórias contra o Praia indicaria um caminho bem mais fácil.

Embora tenha um time mais experiente, liderado a fase de classificação e a possibilidade de jogar em casa o segundo jogo da final, o Rio sabe que o Praia normalmente entrega, costuma ‘tremer’ e sentir a pressão nas horas decisivas. Ainda mais quando vê o Rio e Bernardinho do outro lado da quadra.

 

 

 

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