Praia vê show de graça e terá que se virar em Uberlândia.

Praia vê show de graça e terá que se virar em Uberlândia.

Bruno Voloch

03 de abril de 2018 | 13h38

O Praia clube resolveu brincar com a sorte ou confia demais no fator casa. Das duas uma.

Estava tudo nos mãos do time mineiro. Era só vencer Osasco no Liberatti e se classificar para a final. Só que novamente o Praia sentiu a pressão e sucumbiu.

Pior do que não resistir é deixar a decisão para o quinto jogo.

A verdade é que nem o mais pessimista dirigente do Praia esperava tanta resistência de Osasco. Era o primeiro colocado contra o quarto.

Era não, ainda é.

Tandara, 37 pontos, fez a melhor partida dela na série. Atuação notável.  A torcida paulista teve papel decisivo colocando medo e as jogadoras do Praia contra a parede.

Jogo tenso, decidido sempre no fim de cada set, quase sempre com vantagem para Osasco e recheado de ‘desafios’.

O maior deles será colocado à prova na sexta-feira. É quando o Praia terá a terceira e derradeira oportunidade de ser finalista da Superliga.

O papel de Osasco está cumprido.

O do Praia não.

 

 

 

 

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