Praia vive novo patamar, explica dispensa de jogadoras, foca no bi da Superliga e sonha com título mundial.

Praia vive novo patamar, explica dispensa de jogadoras, foca no bi da Superliga e sonha com título mundial.

Bruno Voloch

12 Julho 2018 | 08h43

O Praia virou grande e atingiu um novo patamar com a conquista da Superliga. Se engana porém quem acha que o clube está satisfeito.

Nada disso.

O Praia quer mais. Adquiriu o direito de disputar o Sul-Americano, será um dos representantes do BRASIL ao lado do Minas, e se sente no direito de sonhar em igualar a marca de Osasco que foi campeão do mundo em 2012.

O time chega para essa temporada mais forte e reforçado em várias posições. Vieram a central Carol, a levantadora Carli Lloyd e Rosamaria. Outras como Paula Borgo, Michelle e Fran vão completar o elenco.

Gabriela e Bruna são apostas.

O Praia manteve a base campeã com Fabiana, Garay, Fawcett e a líbero Suelen.

O blog conversou com André Lelis, homem-forte do clube.

Ele não entra em quadra. Mas atua e como nos bastidores. A montagem do elenco, por exemplo, passa pelas suas mãos. Lelis é um dos responsáveis pelas contratações e aquele que dá estrutura necessária para o projeto andar. Conhece o Praia Clube como ninguém, desde quando a equipe deu os primeiros passos na Superliga há mais de uma década.

Nessa rápida entrevista, Lelis diz o que o Praia mudou de patamar, explica as saídas de Claudinha, Walewska, Amanda e Natasha fala que o clube foca no bicampeonato com direito a sonhar com Sul-Americano e mundial de clubes.

Qual a expectativa do Praia para a temporada 2018/19?

Expectativa de muito trabalho e sempre com muita seriedade. Sabemos que precisamos manter o foco no objetivo final que é buscarmos o bicampeonato da Superliga.

Depois do titulo conquistado você acha que o Praia muda de patamar?

Tenho certeza que sim, firmamos entre as equipes campeãs desta importante competição.

Você considera o elenco atual melhor do que o da temporada passada?

Considero o elenco atual com mais opções para a comissão técnica trabalhar.

Por que a opção de não ficar com Amanda, Claudinha e Walewska?

As trocas foram justamente na busca de mais opções para equipe pois a Superliga é uma competição muito forte e que gera muito desgaste. Acreditamos que essa equipe ficou bem equilibrada em todas posições.

A Superliga segue sendo prioridade ou o Praia foca no Sul-Americano?

A Superliga sempre será a nossa prioridade, mas agora temos o direito de jogar o Sul-Americano que também passa a ser mais um dos nossos objetivos.

Osasco, hoje rival do Praia, é campeão mundial. O Praia sonha em igualar essa marca?

Sim, mas primeiro temos fazer uma boa temporada na Superliga e buscarmos esta vaga através do Sul-Americano.