Pré-Olímpico minimiza risco no feminino e aumenta no masculino.

Pré-Olímpico minimiza risco no feminino e aumenta no masculino.

Bruno Voloch

31 de janeiro de 2019 | 08h33

O BRASIL saiu no lucro.

Sem verba e com poucos recursos, a tendência natural seria a CBV, Confederação Brasileira de Vôlei, abrir mão do direito de sediar os pré-olímpicos que o país teria direito pela posição adquirida no ranking mundial.

Tecnicamente o mais indicado, já que a opção foi escolher apenas um dos lados, seria receber o torneio masculino, uma vez que a Bulgária, em tese, oferece mais perigo que a República Dominicana.

Mas não.

O BRASIL optou em sediar o pré-olímpico feminino quando a seleção irá enfrentar além das dominicanas, Camarões e Azerbaijão. O risco de não se classificar nessa primeira etapa reduz bastante, porque não seria fácil jogar na República Dominicana.

Não dá para dizer o mesmo da seleção masculina que irá até a Bulgária e terá ainda Egito e Porto Rico.

Como trata-se de um jogo só, não será surpresa se a seleção masculina precisar do sul-americano em janeiro para confirmar a vaga na Olimpíada.

Aliás, jogar em casa não é garantia de nada no feminino, especialmente pelo que a seleção de José Roberto Guimarães fez em 2018, ou seja, nada.

Mas até nesse caso a classificação para o Japão seria mais fácil porque não existe adversário no continente, diferente do masculino que ainda pode cruzar com a Argentina em jogo eliminatório caso as duas seleções fracassem no pré-olímpico.

O caminho deles é menos espinhoso contra Canadá, Finlândia e China, que receberá o torneio.

O pré-olímpico feminino acontecerá entre 2 e 4 de agosto e o masculino uma semana depois entre 9 e 11.

 

 

 

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