Preconceito é barreira no Bauru de Anderson

Preconceito é barreira no Bauru de Anderson

Bruno Voloch

11 de fevereiro de 2020 | 22h55

O filme se repete em Bauru.

Novamente Tifanny sai do banco, ajuda, muda o jogo e livra o time de mais um vexame na Superliga.

Faltou pouco para Bauru conseguir perder para o Flamengo. Vitória suada no tie-break. Isso tudo graças a incompetência de Anderson Rodrigues. Incompetência que passa dos limites, extrapola qualquer lógica e evidencia questões pessoais.

A não escalação de Tifanny como titular, preterida por Gabi Cândido, sugere preconceito do treinador, o que seria abominável. Pior é prejudicar tecnicamente o time, se for o caso, por causa de vaidade.

Time esse que não desenvolve, não acontece, não evolui e continua errando porque é mal treinado. Foram 33 erros contra o Flamengo, mais que um set.

E nada acontece.

E não vai.

É de conhecimento geral que em Bauru não existe cobrança por resultados e muito menos títulos, isso desde a chegada do Sesi como parceiro, mas o clube sempre foi democrático e jamais aceitou posições arbitrárias, como claramente acontece nesse triste relacionamento entre Anderson e Tifanny.

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