Previsível decisão da CBV é tapa na cara dos jogadores

Previsível decisão da CBV é tapa na cara dos jogadores

Bruno Voloch

24 de julho de 2020 | 18h37

Deu a lógica.

A CBV, Confederação Brasileira de Vôlei, confirmou a Superliga da Pizza com 24 times. E não podia ser diferente. Desde o convite feito para Caramuru, caloteiro-mor do país, não tinha como vetar ninguém.

Era liberar geral.

E assim foi.

Entrou Curitiba, nada mais justo, e entraria qualquer um.

Não dá mais.

Não é possível o BRASIL continuar à mercê de uma casta dominante, poderosa e empoderada, descolada da realidade e pisando sem dó nos atletas.

Uma entidade aglutinada em torno somente dos próprios interesses e conflitos.

Não tem mais cabimento tanto sofrimento e descaso.

Uma situação que piora a cada temporada desde que esse bando assumiu o poder. Um cenário absurdo e surreal.

Não existe critério, não existe ética e não existe moral.

Uma autêntica zona.

Dá dó ver o nome de empresas, cada vez mais atentas aos movimentos sujos, envolvido com a CBV.

Foi acima de tudo uma derrota acachapante para a Comissão de Atletas e a maioria dos clubes.

Importante registrar que se a classe fosse mais unida, e não se engane quem pensa o contrário, o resultado talvez fosse outro. Os jogadores dos chamados ‘pequenos’ estão na lama e saem humilhados pela atual gestão da CBV.

 

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