Priddy faz justiça e leva Estados Unidos ao pódio no Rio

Priddy faz justiça e leva Estados Unidos ao pódio no Rio

Bruno Voloch

21 Agosto 2016 | 12h06

O vôlei agradece. A ótima seleção dos Estados Unidos não poderia deixar a Olimpíada de mãos vazias.

A vaga na final, lugar merecido, não veio por detalhes contra a Itália e pela ausência de Priddy em quadra. A história quase se repetiu contra a Rússia.

A diferença é que o técnico John Speraw usou que tinha de melhor, mexeu com propriedade e não arriscou perder também o bronze.

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Apático, o time norte-americano foi surpreendido pela agressividade da Rússia nos dos primeiros sets e ficou sem reação em quadra. Era mesmo estranho ver os russos com tanta coragem depois do que (não) fizeram contra o BRASIL. Não seria normal manter o ritmo.

Dito e feito.

A verdadeira Rússia se mostrou quando Priddy substituiu Russel nos Estados Unidos.

Os Estados Unidos ganharam corpo, passe, volume de jogo e passaram a dominar as ações. Priddy fez 18 pontos.

A Rússia sentiu a pressão e cedeu. Não resistiu. Ou melhor, resistiu até demais.

O veterano Priddy levou o time norte-americano ao bronze com a vitória no tie-break por 15/13. O bronze foi pouco para o que os Estados Unidos mostraram no Rio.

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O quarto lugar foi demais para a Rússia que se acovardou nos momentos decisivos da Olimpíada.