Primeira impressão não é a que fica. Não no caso de Renan.

Primeira impressão não é a que fica. Não no caso de Renan.

Bruno Voloch

22 Fevereiro 2017 | 11h50

Conversei agora pouco com Renan Dal Zotto. Bate-papo informal.

O novo técnico da seleção foi muito receptivo, se mostrou otimista em relação ao futuro e tem consciência que as cobranças e comparações com o passado serão inevitáveis.

O mais interessante e que me dá um certo alívio, é que diferente do que muitos imaginavam, inclusive eu, com post sobre assunto, Renan vai ter liberdade e andar com as próprias pernas implantando sua filosofia de trabalho.

Ótimo. Que seja assim.

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Ele diz que está cercado de ótimos profissionais na nova comissão técnica. E tem razão.

Marcelo Fronckowiak será o braço direito e homem de confiança do treinador. Trata-se de um cara sério, muito estudioso, profundo conhecedor da matéria e respeitado pelos jogadores. Já não é de hoje que merecia uma oportunidade.

Matheus Cardoso assume a fisioterapia.

Renato Bacchi, preparação física, e Ricardo Tabach são remanescentes da comissão de Bernardinho.

Renan tem crédito pelos serviços prestados como jogador. Fundamental nesse início de trajetória é se relacionar bem e não se abater com possíveis insucessos, algo natural quando se muda radicalmente, e dar limite a cobrança por resultados.