Quebra-quebra sem fim e novas vítimas na seleção masculina

Quebra-quebra sem fim e novas vítimas na seleção masculina

Bruno Voloch

24 de setembro de 2015 | 07h58

Lipe e Maurício Borges são as novas baixas na seleção brasileira.

Os dois, contundidos, estão fora do Sul-Americano que será jogado a partir do dia 30 em Maceió.

Maurício, até onde foi divulgado pela CBV, Confederação Brasileira de Vôlei, quebrou o quinto metatarso do pé esquerdo.

O caso de Lipe é mais intrigante. O jogador, segundo consta, não teria sido liberado pelo Taubaté.

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Fato é o grande número de jogadores contundidos nos últimos anos chama atenção na seleção masculina.

Murilo, Sidão e Wallace são outros exemplos.

O primeiro tem se arrastado ultimamente, não conseguiu mais jogar em alto nível desde que operou o ombro, fez uma péssima Liga Mundial e nem jogou os amistosos do mês passado contra Estados Unidos, Canadá e França.

Sidão não atuou pelo BRASIL em 2015.

Wallace foi operado recentemente para a retirada de uma hérnia de disco.

Fatalidade?

Em alguns casos sim.

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Fica provado porém que os métodos utilizados, muitas vezes exagerados, na seleção são completamente diferente daqueles aplicados no dia a dia nos clubes.

Curiosamente, desde a saída de José Inácio, profissional responsável pela preparação física, os casos de contusão cresceram absurdamente.

José Inácio já falou ao blog em entrevista que será divulgada em breve.

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Como se não bastasse, a seleção não ganhou mais nada desde 2012, época que ele deixou de trabalhar com Bernardinho.

Os clubes são reféns da seleção e os jogadores continuam sendo as maiores vítimas.

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